Porque precisamos ter cada vez mais inteligência emocional? - Parte 2


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    Autoconhecimento
“Conhece-te a ti mesmo”.

Conhecer as próprias emoções é ter autoconsciência.
Podemos dizer que este primeiro domínio é fundamental na vida de todos nós.
Nos conhecer é ter a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.

É a capacidade do indivíduo em reconhecer as próprias emoções e seus efeitos, o que ela pode causar em determinados momentos, como eu me conheço, como eu sou?

Quantas pessoas não estragam a vida, por cinco minutos de fúria?

Observar-se
Olhe para si mesmo e perceba os pequenos detalhes e as grandes características que compõem quem você é.

Observe como seu interior reage a diferentes situações, tanto as boas como as ruins. Perceba em que situações se sente bem e em quais se sente mal.

Tente entender o que te empolga e o que te coloca para baixo.
O que faz você se sentir à vontade com você mesmo e o que faz você se sentir um estranho.

Olhe para você com interesse, observe-se e tente captar detalhes, reações, emoções, mudanças de comportamento.

Essas coisas dizem muito sobre você.

Explorar-se
Olhe profundamente para dentro de si e veja o que consegue encontrar.

Raramente nos lembramos, mas existe paz, existe amor e existe felicidade dentro de nós.

Perceba isso e depois pergunte-se: o que mais há dentro de mim?

Há uma grande vontade, um interesse que ficou guardado, um diferencial escondido? Provavelmente você não vai encontrar uma resposta imediata.

Mantenha a chama acessa, sobre você – pergunte-se até encontrar as respostas....

Abrir mão de expectativas
O autoconhecimento muitas vezes é atrapalhado pelo fato de você alimentar expectativas sobre si mesmo.

Não entre no processo alguma expectativa sobre si.
Não idealize.
Comece com uma página em branco.

Experimentar
Quanto mais você se expõe a novas experiências, mais repertório tem para entender a si mesmo e a sua relação com as coisas, as pessoas e o mundo.

Toda experiência nova é um processo de autoconhecimento, pois você está se abrindo para algo que ainda não conhece, está reagindo a isso, tendo sensações e emoções e conhecendo novas perspectivas sobre as quais você pode:

se questionar se gosta ou não.
se te faz bem ou mal,
se faz você se sentir confortável ou desconfortável,
feliz ou triste…


Questionar-se
Faça perguntas. Muitas perguntas.
Quem eu sou? Em que acredito?
O que me faz bem? O que me faz mal?
O que é importante para mim? Como me sinto quando tal coisa acontece?
Quais são as minhas vontades e sonhos?

Faça perguntas fáceis e perguntas difíceis. Perguntas profundas e perguntas que te deixam desconfortável.

Perguntas simples e perguntas esquisitas. Pergunte-se.

Fomos criados para ter respostas para tudo, mas esquecemos que a sabedoria, vem através das perguntas.


Estar aberto a mudar de opinião
Ainda existem pessoas que acreditam que mudar de ideia significa não ter opinião própria, não ter personalidade, ser influenciável e blá blá blá. Não!

Nós mudamos de opinião quando aprendemos algo melhor, quando crescemos, quando passamos por uma transformação…

Tem uma frase do Freud que deixa bem claro que mudar de opinião é algo positivo:

“Não me envergonho de mudar de opinião porque não me envergonho de pensar”.

Desconstruir
Desconstrua todas as crenças sobre o que é certo e errado, sobre o que você deve fazer com a sua vida, sobre o que significa ter sucesso e felicidade.

Apague da sua mente esses limites, essas imposições, esse senso comum e tudo o que você ouviu dizer que deveria ser e fazer.

Tudo isso te limita e te impede de realmente entrar em contato com quem você é...


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