Série Tendências Pós COVID19 - #1 Lives vs Eventos



O caos é bom, pois é através dele que nós chegamos até aqui. O caos transformou a vida humana para melhor em diversas situações e agora não será diferente.
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O último grande episódio que modificou a humanidade, foi a segunda guerra mundial que modificou todo o estilo de vida até então.
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Negócios foram criados, tecnologias foram desenvolvidas.
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Aqui defendo o lado bom do caos. Aquele que trás uma mudança boa em nossas vidas.
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Me atrevi a arriscar algumas tendências que embora sejam obvias, mas que ainda há uma mistura de tendência, achismo e futurologia, que têm como objetivo inspirar a sua estratégia de guerra, para o pós COVID19.
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Para a nossa primeira estratégia, adentro ao mundo das lives inspirada, principalmente dos sertanejos.
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Estratégia 01 - Eventos vs Lives:
As lives de shows, têm sido um fator interessante no período de distanciamento social. Entretenimento gratuito que têm pavimentado, um novo nicho de negócios que pode ampliar ainda mais o faturamento do artista, quer seja em cotas de patrocínio, como em shows no pós quarentena.
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No último 11/04/2020, o sertanejo @gusttavolima teve 2,6 milhões de
acessos simultâneos.
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Para efeitos de comparação e proporção, as capitais: Fortaleza/ CE têm 2,6 milhões de habitantes; seguida por Belo Horizonte/ MG possui 2,5 milhões habitantes; e Manaus/AM 2,1 milhões de habitantes. E países como a Jamaica e o Catar que possuem 2,7 milhões de cidadãos - ou seja, foi um mega público.
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Lembrando que foi contabilizado apenas o acesso de dispositivos simultâneos e não quantidade de pessoas assistindo - mas se colocarmos a média familiar brasileira o público se torna exponencial.
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Mas o que muda?
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>> Um ingresso no CREDICARD HALL, custa na faixa de R$ 200,00. Se além do show presencial o artista fizesse uma transmissão cobrando R$ 1,00 por acesso|? No caso da ultima live seria uma possibilidade de faturar mais de 2 milhões de reais, certo?
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Mas aí você vai dizer que não haveria toda essa audiência e, logicamente irei concordar com você. Porém se ele tiver 50%, 30%, 20% ou até mesmo 10% destes acessos, já seria um faturamento muito bem vindo, não?
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>> Esse método pode ser aplicado em todos os níveis de eventos. Imagine se o mesmo acontecesse com a Fórmula 1, Futebol, Tênis, Cirque du Soleil e etc.? Certamente haveria faturamento exponencial. As possibilidades são infinitas. Sem intermediários. Do produtor ao cliente final.
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Concluindo. A vida online é um caminho sem volta e aqueles que ainda resistiam, tiveram que se render aos que criaram um novo e rechonchudo nicho de negócios e experiência que certamente teria público e um gordo faturamento a preço popular.
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Concorda?
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Amanhã, ainda nos manteremos nas lives, mas vamos falar dos especialistas ("de verdade") OFFLINE, que invadiram o INSTAGRAM.

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