Série Tendências Pós COVID19 - #5 - Remuneração

Sem dúvida o modelo de trabalho atual de contratações, via CLT, mas complica a vida do trabalhador do que ajuda, uma vez que os encargos são altos para o empregador.

Defendo que o trabalhador deve ser livre para aceitar ou recusar qualquer oferta de trabalho, assim como funciona no mundo todo, pois desta forma as forças se equilibram, pois aquele profissional que não é valorizado, facilmente poderá escolher uma nova posição em outro lugar o que obrigaria a empresa a dar melhores condições de trabalho.

Mas indo para o nosso o nosso tema, que é o mundo pós COVID-19 - o desemprego será monstro no mundo inteiro, mas aqui, temos o fator Brasil, onde temos que lutar, contra os interesses políticos, sindicatos, corrupção, excesso de impostos, juros cavalares - ou seja, sem nenhum incentivo para quem precisa empreender.

Mas e o trabalhador comum?
Deve exigir a simplificação da relação entre empregado e empregador, uma vez que com o alto nível de desemprego é natural que os salários reduzam. em até cinquenta por cento. E não importa a qualificação, pois será uma questão de oferta e demanda.

Por isso uma solução é que o profissional trabalhe por demanda, projeto, job, ou seja de uma forma que ele consiga várias fontes de renda e não limite-se a apenas um empregador.

O MEI agora poderá ser uma forma de o trabalhador brasileiro não ficar desempregado. E mais do que nunca o mundo precisará dos empreendedores, pois a pobreza mata, como qualquer doença.

Quer se empoderar? Empreenda!

Muitos pequenos negócios poderiam empregar muito mais se houvesse uma relação simples e de preferência direto com o profissional.


A relação trabalhista brasileira está ultrapassada e o desemprego vindouro mostrará isso. A remuneração flexível e com pagamento por diária é o mais eficiente para ambos.

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